Blog do Doutor Jairo Bouer

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Suporte dos amigos pela internet pode aliviar ansiedade antes das provas
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Jairo Bouer

Ter comentários de apoio e “likes” nas redes sociais antes de fazer uma prova ajuda estudantes universitários que têm altos níveis de ansiedade nessas situações. E isso pode resultar até em notas melhores. A conclusão é de pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos.

Estima-se que cerca de 40% dos estudantes sofrem de ansiedade antes de provas, que envolve respostas fisiológicas, como suor frio e aumento dos batimentos cardíacos, e emocionais, como desespero e até o famoso “branco”.

Em geral, esses indivíduos têm muito medo de avaliações negativas, têm baixa auto-estima e são facilmente distraídos por pensamentos irrelevantes durante as provas.

Os pesquisadores fizeram experimentos com estudantes de graduação, a maioria da área de ciências de computação, que consistiam em buscar apoio social dos amigos pela internet antes de realizar um simulado. Sete minutos antes da prova, eles tinham que ler as respostas dos amigos ao pedido de apoio feito no dia anterior. Uma parte do grupo também teve que escrever sobre o que estava sentindo antes de fazer o teste.

Todos os participantes foram submetidos a questionários para avaliação dos níveis de ansiedade. A pesquisa concluiu que ler as mensagens de apoio dos amigos antes do simulado fez o nervosismo dos alunos diminuir 21%, e isso melhorou o desempenho dos alunos nas provas.

Com base em estudos anteriores, a equipe achava que escrever sobre o que estavam sentindo antes da prova também traria resultados positivos para os alunos. Mas o efeito o oposto do esperado: a ansiedade aumentou 61% entre os alunos que ficam mais tranquilos antes dos testes.

Os autores acreditam que as redes sociais podem ser úteis para aliviar a ansiedade não só em épocas de provas na escola e na faculdade, como também antes de entrevistas de trabalho. Se você está nessa situação, aproveite as redes sociais para se abrir com os amigos.


Se é difícil não ser afetado por tragédias, sem dormir é mais ainda
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Jairo Bouer

Dormir pouco faz com que as tarefas simples do dia a dia virem um verdadeiro sacrifício. Mas em pessoas com ansiedade e depressão, que com frequência têm problemas de sono, o problema é muito pior.

Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, descobriram o que pode estar por trás disso: é que uma área específica do cérebro, chamada de córtex cingulado anterior dorsal, precisa trabalhar mais para tentar modificar respostas emocionais negativas quando a pessoa não dorme bem.

A pesquisa, publicada na revista Depression and Anxiety, contou com exames de ressonância magnética funcional para medir a atividade em diferentes regiões do cérebro enquanto os participantes eram desafiados com uma tarefa que exigia regulação emocional. Eles eram expostos a imagens perturbadoras, como de guerra ou acidentes, e tinham que fazer um esforço para não se impressionar, ou reavaliar o fato para tentar achar um enfoque positivo. Por exemplo: ao ver uma mulher com o rosto machucado, tinham que tentar imaginar que ela era uma atriz talentosa interpretando um papel.

Os 78 participantes, que tinham 18 a 65 anos de idade, haviam sido diagnosticados com  transtorno de ansiedade, depressão ou ambos. Eles preencheram questionários e usaram um dispositivo, por seis noites, para detectar quanto tempo passavam acordados. A conclusão é que a maioria apresentava insônia.

Pessoas com depressão ou ansiedade costumam ter como característica uma negatividade crônica, também chamada de ruminação negativa. Por isso, tentar achar um lado positivo para imagens de violência demanda um esforço grande, segundo os pesquisadores. Mas, para quem não dorme bem, o trabalho é ainda maior.

Os participantes cujos dispositivos demonstraram baixa qualidade de sono apresentaram maior atividade na região do cérebro analisada. Ou seja: foi preciso um esforço maior para reavaliar as imagens com um prisma positivo. A conclusão é que o sono desempenha um papel importante para regular emoções negativas e, por isso, esse aspecto deve ser tratado com seriedade por quem sofre de ansiedade ou depressão. E dormir bem também ajuda a evitar esses transtornos.


Usar múltiplas plataformas de mídia social é ligado a ansiedade e depressão
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Jairo Bouer

adolescenteinternet615

Alguns estudos têm chamado atenção para o impacto que as redes sociais podem ter na saúde de quem passa dia e noite mergulhado nelas. Mas parece que o tempo não é o único termômetro para detectar possíveis problemas – a forma de usar também importa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos diz que quem costuma usar de sete a onze plataformas de mídia social tem um risco três vezes maior de sofrer de ansiedade e depressão do que usuários mais conservadores, que usam no máximo duas.

A conclusão é de pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, e foi publicada no periódico Computers in Human Behavior. Eles afirmam que o risco é significativo a ponto de justificar que médicos e psicólogos orientem pacientes com esses transtornos a evitar o uso de múltiplas pataformas. Mas eles admitem que é difícil saber se é o comportamento que aumenta a ansiedade ou vice-versa.

A equipe avaliou uma amostra de 1.787 adultos norte-americanos de 19 a 32 anos, que passaram por testes para diagnosticar sintomas depressivos e descreveram a forma como usavam plataformas como Facebook, YouTube, Twitter, Instagram, Google Plus, Pinterest e Linkedln. Os usuários ativos do maior número de sites foram 3,3 vezes mais propensos a apresentar níveis mais altos de ansiedade e depressão, mesmo quando outros fatores de risco foram isolados, como situação financeira e status de relacionamento.

Os autores têm algumas hipóteses para explicar a associação. Alguns estudos já associaram a tendência a fazer várias coisas ao mesmo tempo a prejuízos na memória e aprendizado, o que, segundo eles, poderia ter algum impacto na saúde mental. Outro ponto levantado é que as particularidades de cada plataforma tornam essa migração constante estressante, o que poderia prejudicar o humor. Por último, eles lembram que, quanto maior o número de perfis, maior a exposição caso ocorra alguma situação embaraçosa.


Ficar mal de vez em quando não faz tão mal assim
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Jairo Bouer

estudoestresse615

Para muitos estudantes, dezembro é o mês do estresse e do mau humor, pois coincide com provas finais. Se esse for o seu caso, anime-se: um estudo sugere que experimentar emoções negativas de vez em quando pode resultar em um melhor desempenho acadêmico. Mas só se for de vez em quando.

O trabalho foi conduzido por psicólogos da Universidade Concórdia, no Canadá, e contou com 187 alunos de primeiro ano de uma grande faculdade, acompanhados durante quatro anos. Aqueles que tinham crises ocasionais apresentaram as melhores notas ao término do curso.

Por outro lado, aqueles que relataram níveis altos de ansiedade e depressão com maior frequência foram os que tiveram as piores notas. Os dados foram publicados no periódico Developmental Psychology.

Para os autores, os resultados demonstram que tanto as emoções positivas quanto as negativas têm seu papel no sucesso. Para quem está bem na maior parte do tempo, os momentos críticos podem até melhorar a motivação. Já se o sofrimento for constante, é fundamental buscar ajuda.


Transtornos mentais e doenças físicas costumam andar juntas
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Jairo Bouer

jovemsono615

Certas doenças tendem a ocorrer com mais frequência em crianças e adolescentes com transtornos mentais prévios. Pesquisadores descobriram que, nessa faixa etária, é comum que artrite e doenças do aparelho digestivo apareçam após a depressão, enquanto transtornos de ansiedade tendem a ser seguidos por doenças da pele.

As conclusões fazem parte de um trabalho financiado pela Fundação Nacional de Ciência, da Suíça, que contou com pesquisadores da Universidade da Basileia, e também da Universidade Ruhr de Bochum, na Alemanha.

Os resultados, publicados na revista PLoS ONE, foram obtidos a partir de uma amostra representativa de 6.500 jovens dos Estados Unidos, com idades entre 13 e 18 anos.

Assim como um transtorno mental pode preceder uma doença física, o oposto também pode ocorrer. Os pesquisadores verificaram que é comum que o jovem desenvolva um transtorno de ansiedade depois de apresentar problemas cardíacos.

Outra descoberta da equipe é associação entre a epilepsia e o posterior surgimento de transtornos alimentares como a bulimia e a anorexia. Esse fenômeno já tinha sido descrito em relatos isolados, mas agora foi confirmado em um número maior de adolescentes.

Conhecer as doenças que mais costumam andar de mãos dadas pode abrir caminho para abordagens de prevenção e tratamento mais eficazes no futuro.


Ansiedade é mais comum até os 35 anos, segundo estudo
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Jairo Bouer

ansiedade615

Mulheres são quase duas vezes mais propensas a sofrer de ansiedade dos que homens, especialmente as mais jovens. Mas uma análise da literatura científica existente sobre o assunto mostra que o problema também é mais comum em quem sofre de doenças crônicas e até mesmo na gravidez.

O trabalho, liderado pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, avaliou um total de 48 revisões, envolvendo milhares de pessoas em todo o mundo. Eles descobriram que culturas anglo-europeias tendem a sofrer mais com ansiedade do que as indo-asiáticas (as culturas íbero-latinas ficaram no meio do caminho entre as duas).

Outra constatação, publicada na revista Brain and Behavior, é que, além de afetar mais as mulheres, os transtornos de ansiedade tendem a afetar mais indivíduos com menos de 35 anos. As possíveis causas não foram avaliadas no estudo.

Os pesquisadores descobriram que a proporção manteve-se alterada de 1990 a 2010 – cerca de 4% da população geral apresenta sintomas de ansiedade. Isso contradiz a noção geral de que o problema é algo mais comum hoje em dia.

A incidência dobra, no entanto, quando se trata de pessoas com problemas crônicos de saúde. Um em dez indivíduos com doença cardiovascular sofre de ansiedade, bem como um em cada três pessoas com esclerose múltipla.

O estudo também indicou que mulheres grávidas e no pós-parto tendem a sofrer mais de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), um distúrbio de ansiedade que costuma afetar 1% da população. Nas gestantes e nas que acabaram de ter filhos, a proporção foi o dobro.

Só nos Estados Unidos, estima-se que o custo anual com transtornos de ansiedade seja de US$ 42,5 milhões, segundo os autores. O problema pode levar a incapacidade, uso de substâncias e até elevar o risco de suicídio.


Workaholics tendem a ter outros transtornos também, diz estudo
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Jairo Bouer

estresse615

Você é do tipo de pessoa que fica nervosa quando não pode trabalhar? E sua família e amigos vivem repetindo que você deveria pegar mais leve? Então saiba que, além de ser workaholic, você pode ter algum outro transtorno psiquiátrico associado. A conclusão é de um grande estudo feito na Noruega.

Depois de avaliar dados de 16.426 profissionais, pesquisadores concluíram que os viciados em trabalho têm uma tendência maior a ser diagnosticados com outros problemas de saúde mental em comparação com os não viciados.

O principal transtorno identificado em workaholics foi a ansiedade – 33,8% deles apresentavam os critérios  diagnósticos, contra 12,7% do grupo de controle, dos não viciados. Em segundo lugar apareceu o TDAH (deficit de atenção e hiperatividade) – 32,7% deles tinham todos os sintomas, contra 12,7% dos não workaholics.

O terceiro e o quarto problemas mais comuns no grupo dos viciados em trabalho foram o TOC (transtorno obsessivo compulsivo), com 25,6%, e a depressão, com 8,9% (contra 8,7% e 2,6% no controle, respectivamente). Os resultados foram publicados na revista PLOS One.

A equipe contou com pesquisadores da Universidade de Bergen e também de Nottingham, na Inglaterra, e de Yale, nos Estados Unidos. Segundo eles, não foi possível avaliar quem veio primeiro – se o ovo ou a galinha, ou seja, o transtorno ou o vício por trabalho.

Sete critérios foram utilizados para distinguir os dependentes dos não dependentes. Os participantes tinham que dizer se no ano anterior à pesquisa:

1. Pensaram em formas de arranjar mais tempo para trabalhar

2. Passaram mais tempo trabalhando que o previsto inicialmente

3. Trabalharam com o objetivo de aliviar alguma sensação de culpa, ansiedade, falta de apoio ou depressão

4. Ouviram de outras pessoas que deveriam trabalhar menos

5. Ficaram estressados (as) caso ao ser impedidos de trabalhar por algum motivo

6. Abriram mão de algum hobby, atividade de lazer ou exercício por causa do trabalho

7. Trabalharam tanto que tiveram repercussões na saúde

Os participantes tinham que dar notas de 1 (nunca) a 5 (sempre) para cada afirmação. Aqueles que responderam 4 (com frequência) ou 5 para quatro ou mais critérios foram diagnosticados como workaholics. Dentre a população estudada, 7,8% receberam essa classificação, um resultado que confere com o de outros estudos sobre prevalência do vício por trabalho.


Estresse financeiro pode fazer as pessoas sentirem mais dor
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Jairo Bouer

lombalgia615

Pessoas que percebem sua vida financeira como instável podem sentir mais dor física do que aqueles com mais segurança nesse aspecto da vida, mostra uma pesquisa publicada na revista Psychological Science.

O trabalho foi feito por pesquisadores da Universidade de Virginia e de Columbia, liderados por Eileen Chou, que avaliaram diversos estudos sobre o tema. Eles perceberam que as preocupações com a vida financeira foram proporcionais às queixas de dores físicas e aumento do consumo de analgésicos de venda livre.

Os testes envolveram um total de 33.700 indivíduos. Nas famílias em que tanto o homem quanto a mulher estavam desempregados o consumo de analgésicos foi 20% superior em relação aos lares em que pelo menos um adulto trabalhava.

Em um dos estudos, participantes que relatavam viver um período de instabilidade econômica fizeram o dobro de queixas de dor em relação aos que descreviam a vida financeira como estável.

Em outro, realizado em laboratório, voluntários convidados a pensar em um mercado de trabalho incerto apresentaram menor tolerância à dor e ficaram menos tempo com a mão dentro de um balde de água gelada.

Segundo os autores, a insegurança econômica gera uma sensação de falta de controle sobre a vida, o que ativa processos psicológicos associados a ansiedade, medo e estresse. Esses processos, por sua vez, partilham mecanismos cerebrais semelhantes ao da dor.

Os resultados mostram que trabalhar aspectos psicológicos que levam à insegurança é fundamental para quem sofre de dor crônica.


Você sempre acha que o celular tocou só que não? Faça uma autoanálise
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Jairo Bouer

SMARTPHONE615

Você, de vez em quando, acha que seu smartphone está tocando, ou vibrando, só que, quando vai checar, descobre que não estava? Quase todo mundo já passou por isso. Mas, se isso acontece sempre, é possível que você esteja sofrendo de “ansiedade pelo toque do celular”, ou “ringxiety”, termo originalmente criado por um psicólogo norte-americano.

Especialistas acreditam que pessoas inseguras com suas amizades ou relacionamentos têm uma tendência maior a passar por isso. Para os psicólogos, trata-se de mais um transtorno comum a uma geração viciada em tecnologia que busca contato constante e afirmação.

Uma dupla de pesquisadores da Universidade de Michigan comparou a frequência de toques e notificações “fantasmas” em 411 voluntários que sofriam de apego ansioso (preocupação excessiva em ser abandonado ou não correspondido) ou apego evitativo (tendência a evitar intimidade pelo medo de se envolver).

Oito em dez afirmaram ter a experiência de achar que o celular está tocando, ou apitando, e depois ver que não estava. Mas os indivíduos com apego ansioso foram 18% mais propensos a descrever a situação. Segundo os pesquisadores, a ansiedade pelo toque do celular pode ter efeitos sobre a saúde, como estresse, dores de cabeça e distúrbios de sono.

Os resultados foram publicados na revista  Cyberspychology, Behaviour and Social Networking, e divulgados no jornal britânico Telegraph.


Ansiedade social pode ser herdada, mas o ambiente interfere bastante
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Jairo Bouer

TIMIDEZ615

Os genes exercem um papel importante, a longo prazo, para o desenvolvimento da ansiedade social, um problema comum que faz muita gente evitar o relacionamento com outras pessoas. Mas os fatores ambientais têm mais impacto a curto prazo, segundo um estudo realizado pelo Instituto de Saúde Pública da Noruega. Isso significa que experiências traumatizantes que levam ao problema, como o bullying, por exemplo, podem ter efeito passageiro.

Os pesquisadores analisaram cerca de 3.000 gêmeas para tentar descobrir se a ansiedade social é mais influenciada por fatores genéticos ou ambientais. As mulheres foram entrevistadas em duas ocasiões – na primeira, elas tinham por volta de 20 anos. Na segunda, cerca de 30 anos.

A ansiedade ou fobia social é um transtorno conhecido pelo início precoce, na infância ou na adolescência. É difícil alguém desenvolver o problema só mais tarde, após os vinte e poucos anos.

A principal característica do transtorno é o medo de ser avaliado negativamente em situações sociais. Dependendo das circunstâncias, isso é normal, mas vira doença quando chega a afetar demais a vida da pessoa, a ponto de ela evitar qualquer tipo de interação social. Alguns indivíduos chegam a passar mal quando têm de assinar um cheque em público, por exemplo, ou responder a uma pergunta na sala de aula. A condição gera angústia de traz comprometimento para a vida pessoal e profissional, além de ser um fator de risco para o uso de álcool e drogas.

O trabalho mostrou que menos de 4% das mulheres apresentava o transtorno por volta dos 20 anos. Outras 10% tinham sintomas que não configuravam o diagnóstico. Dez anos mais tarde, 5% das participantes e pouco menos de 9%, respectivamente, apresentavam ansiedade social ou sintomas.

Nem todas as mulheres que apresentavam o transtorno aos 30 tinham sido diagnosticadas aos 20, o que surpreendeu os pesquisadores. Eles perceberam que a ansiedade social é menos estável do que o imaginado, o que é uma boa notícia para quem sofre do problema.

Existem traços de personalidade que podem levar à doença, como introversão e baixa estabilidade emociona, que são influenciados pela genética. No entanto, questões ambientais têm maior impacto no curto prazo. Em outras palavras, uma pessoa pode vir a sofrer de ansiedade social porque sofreu bullying na adolescência, por exemplo, mas só vai continuar com o transtorno dez anos depois se ela tiver, de fato, uma propensão genética.

É bom ressaltar que mesmo aqueles que herdaram essa tendência têm grandes chances de superar o transtorno, já que as terapias para ansiedade social costumam ter bons resultados. Elas envolvem expor o paciente a situações sociais simuladas, para fazer com que consiga vencer o medo, aos poucos.