Blog do Doutor Jairo Bouer

Arquivo : desejo sexual

Quem tem rosto quadrado tem mais desejo sexual, sugere estudo
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Jairo Bouer

Homens e mulheres com rostos mais largos e curtos tendem a ser mais motivados para o sexo e a ter um desejo sexual mais forte do que aqueles que têm outros formatos. Pelo menos é o que sugere uma pesquisa canadense publicada na revista Archives of Sexual Behavior.

Pesquisadores da Universidade de Nipissing decidiram investigar se características faciais exercem algum papel nas relações sexuais e na seleção de parceiros e descobriram que sim, isso ocorre e tem a ver com a testosterona, hormônio predominante nos homens, mas também presente nas mulheres, e associado à libido.

Variações nesse hormônio, durante a puberdade, tendem a alterar as proporções faciais dos indivíduos. Estudos anteriores já tinham mostrado que homens de face quadrada tendem a ser percebidos como mais agressivos, mais dominantes, mais antiéticos e mais atraentes como parceiros sexuais, a curto prazo. Mas o estudo atual mostrou que a associação também pode valer para as mulheres.

A equipe realizou dois experimentos diferentes. No primeiro, 145 estudantes de graduação que estavam em relacionamentos românticos completaram questionários sobre seu comportamento interpessoal e desejo sexual. Os pesquisadores também usaram fotografias dos participantes para determinar a relação entre largura e altura facial.

O segundo estudo envolveu 314 alunos e foi uma versão mais extensa do primeiro estudo. Incluiu, ainda, questões sobre a orientação sexual dos participantes e infidelidade. E ainda avaliou o quanto como os participantes eram confortáveis ​​com o conceito de sexo casual, sem amor ou compromisso.

Em ambos os experimentos, homens e mulheres com rosto mais largo e curto foram associados a maior desejo sexual, e também mais propensos a praticar sexo casual e a ser infiéis. São necessários outros estudos para confirmar essa hipótese, mas ela é, no mínimo, curiosa.


Você se sente mais jovem do que é? Sua vida sexual agradece
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Você já deve ter ouvido falar que não importa a idade que você tem, mas como você se sente? Pesquisadores canadenses descobriram que essa afirmação faz todo o sentido quando o assunto é sexo. Pessoas que se sentem jovens têm mais desejo e uma vida sexual mais satisfatória, segundo eles.

O estudo, conduzido por uma equipe da Universidade de Waterloo, avaliou informações de 1.170 adultos norte-americanos de 40 a 70 anos, de diferentes orientações sexuais, ao longo de dez anos. E o resultado mostrou que quanto mais próximas de sua idade cronológica as pessoas se sentiam, mais baixa era a qualidade da vida sexual delas.

Os pesquisadores perceberam que o envelhecimento tem um significado que varia muito entre as pessoas. E que a forma como as pessoas encaram esse processo tem um forte impacto na satisfação e no interesse por sexo. Apesar disso, sentir-se velho não altera muito a frequência sexual, segundo os resultados.

A equipe avisa que não levou em conta o quanto a idade dos parceiros interferia na equação. Namorar ou viver com alguém mais jovem pode fazer com que algumas pessoas se sintam rejuvenescidas, enquanto outras se veem mais velhas, por causa da comparação constante.

A descoberta, publicada no periódico Journal of Sex Research, reforça a ideia de que a noção subjetiva que temos sobre a nossa própria idade pode ser tão importante quanto a nossa idade real. Como uma vida sexual satisfatória melhora a qualidade de vida e até a saúde, ter uma visão positiva sobre o envelhecimento pode fazer muita diferença na cama. Quanto mais cedo você mudar seu conceito, melhor.


Um terço das mulheres quer menos sexo que o parceiro, segundo pesquisa
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Uma pesquisa britânica que contou com 5.000 pessoas revela que um terço das mulheres admite que não tem vontade de transar tanto quanto seus parceiros. O trabalho, conduzido por sociólogos das universidades Open e Huddersfield, no Reino Unido, teve participantes de 16 a 65 anos.

Segundo os pesquisadores, as mulheres acreditam que é normal os homens quererem mais sexo que elas, e que isso faz parte do relacionamento. Somente um em dez homens relata querer transar menos que suas parceiras.

Mas os resultados mostram que o tempo é um fator que interfere bastante no desejo sexual feminino. No início do relacionamento, apenas uma em cinco mulheres diz que o parceiro quer transar mais que ela. Já depois de 16 anos de convívio, praticamente metade acha que a libido delas é mais baixa que a do marido.

Outro achado interessante é que, para alguns homens, sexo é algo que as mulheres fazem por eles, e não algo compartilhado pelo casal.

Apesar de tudo, quase dois terços dos casais dizem que o sexo é uma parte importante da relação.

A pesquisa foi apresentada na conferência anual da Associação Britânica de Sociologia e noticiada pelo jornal Daily Mail.


Fazer mais sexo traz mais felicidade? Depende
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AMORESEXO300Todo mundo costuma dizer que sexo traz felicidade. Isso significa que ter mais relações sexuais que o usual poderia deixar as pessoas mais contentes? Segundo um estudo, a equação não é tão simples.

Pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, avaliaram os níveis de felicidade de 128 indivíduos heterossexuais, saudáveis e casados, com idades entre 35 e 65 anos. Eles foram acompanhados por três meses.

Os participantes foram divididos em dois grupos: o primeiro foi orientado a dobrar a frequência das relações sexuais durante a semana, enquanto o outro não recebeu nenhuma instrução. Todos passaram por avaliações para medir o bem-estar e o nível de felicidade.

Os resultados, publicados no Journal of Economic Behavior & Organization, mostram que a frequência mais alta de sexo não deixou os casais mais felizes, em parte por que esse aumento fez as pessoas terem menos vontade de transar e curtir o momento. Ou seja: quando você tem relações sexuais à vontade, você não dá tanto valor a isso.

Os casais instruídos a transar mais, na verdade, relataram um pequeno decréscimo nos níveis de alegria, além de terem sentido menos desejo e prazer sexual.

Apesar da conclusão, o autor principal do estudo, George Loewenstein, diz que continua a acreditar que as pessoas deveriam fazer mais sexo para obter mais bem-estar.

Ele acredita que, em uma pesquisa futura, em vez de simplesmente orientar as pessoas a transar mais, os pesquisadores devem oferecer condições para isso, como disponibilizar alguém para cuidar das crianças ou mandar o casal para um motel. É bem provável que os resultados sejam diferentes nesse caso.


Hormônio do desejo cai após um ano de relacionamento, mostra estudo
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casal300Pesquisadores descobriram que os homens apresentam uma queda drástica nos níveis de testosterona, hormônio masculino associado ao desejo sexual, após 12 meses em uma relação estável.

Uma equipe da Universidade de Worcester, nos EUA, acompanhou 75 homens com idades entre 18 e 39 anos. Aqueles em relacionamento mais sério tiveram uma queda de quase um terço nos níveis hormonais.

Para o autor do estudo, Daniel Farrelly, essa alteração pode ter sido útil, ao longo da evolução humana, para tornar os homens mais aptos a cuidar dos filhos.

Já no início do relacionamento, quando ainda há receio em perder a parceira para eventuais concorrentes e os olhos ainda estão abertos para outras candidatas, a testosterona mais elevada também teria sido algo importante. O estudo foi publicado na revista Evolutionary Psychology, e divulgado no jornal britânico Daily Mail.

Os resultados indicam que existe uma razão para o homem dar uma “esfriada” no primeiro aniversário de namoro ou casamento. Se o casal não estiver interessado em ter filhos nessa fase, talvez seja o caso de “avisar” o próprio o corpo que ainda não é hora de se acomodar. E sair um pouco da rotina pode ser uma forma de fazer isso.


Estudo revela fantasias sexuais frequentes entre homens e mulheres
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Jairo Bouer

FANTASIA300Um estudo canadense fez uma espécie de raio-X das fantasias sexuais e confirmou que a maioria dos homens sonha em dividir a cama com duas mulheres. Segundo a pesquisa, até 60% das mulheres pensam em situações de submissão, como ser amarrada ou forçada a ter relações sexuais, resultado que explica o sucesso da série de livros “Cinquenta Tons de Cinza”.

O trabalho, feito por pesquisadores do Instituto Universitário em Saúde Mental e o Instituto Philippe Pinel da Universidade de Montreal contou com os depoimentos de 1.517 adultos da província de Quebec (799 homens e 718 mulheres), com idade média de 30 anos.

Os pesquisadores, liderados por Christian Joyal, concluíram que homens têm mais fantasias e as descrevem de forma mais vívida. Em geral, os comprometidos pensam muito mais em relacionamentos extraconjugais do que as mulheres.

Um dos pontos mais intrigantes, segundo Joyal, foi a frequência com que os homens relataram fantasias com travestis, sexo anal e a ideia de ver a parceira transando com outro homem – desejos que as teorias evolutivas não conseguem explicar.

Por último, o trabalho concluiu que, ao contrário dos homens, as mulheres têm uma clara distinção entre fantasia e desejo. Para elas, ser dominada por um estranho, por exemplo, é algo que passa muitas vezes pela cabeça, mas elas deixam claro que não gostariam de vivenciar a situação. Já os homens adorariam que todas as suas fantasias se tornassem realidade.


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