Blog do Doutor Jairo Bouer

Arquivo : apego

Será que ela está mesmo a fim de você?
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Jairo Bouer

paquera615

A sede por um relacionamento íntimo pode fazer com que muitos homens interpretem o olhar de uma mulher como uma resposta positiva para o sexo. Pelo menos é o que diz um experimento feito nos Estados Unidos.

Já se sabe que o consumo de álcool pode fazer com que um homem acredite que uma mulher quer fazer sexo com ele sem que ela realmente esteja a fim. Mas o estudo quis ir mais além e examinar um outro aspecto: a personalidade da pessoa.

É que, segundo psicólogos, certas pessoas têm uma tendência maior a se apegar, e têm anseio por relacionamentos íntimos, enquanto outras tendem a evitar muito envolvimento. Esse traço da personalidade, de acordo com o estudo, seria um fator importante na hora de interpretar a resposta do outro, ou da outra, numa situação de paquera.

Os resultados mostraram que, quanto maior a necessidade de apego, maiores as chances de os homens do experimento relatarem que a mulher da cena imaginada estava interessada, sexualmente falando, por eles. Já os participantes com medo de intimidade foram os que menos encararam o sorriso como um sinal verde para o sexo.

Embora o estudo seja limitado, ele mostra que os desejos das pessoas também podem interferir na forma como elas interpretam os sinais dos outros. É bom levar isso em conta durante a paquera.


Você sempre acha que o celular tocou só que não? Faça uma autoanálise
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Jairo Bouer

SMARTPHONE615

Você, de vez em quando, acha que seu smartphone está tocando, ou vibrando, só que, quando vai checar, descobre que não estava? Quase todo mundo já passou por isso. Mas, se isso acontece sempre, é possível que você esteja sofrendo de “ansiedade pelo toque do celular”, ou “ringxiety”, termo originalmente criado por um psicólogo norte-americano.

Especialistas acreditam que pessoas inseguras com suas amizades ou relacionamentos têm uma tendência maior a passar por isso. Para os psicólogos, trata-se de mais um transtorno comum a uma geração viciada em tecnologia que busca contato constante e afirmação.

Uma dupla de pesquisadores da Universidade de Michigan comparou a frequência de toques e notificações “fantasmas” em 411 voluntários que sofriam de apego ansioso (preocupação excessiva em ser abandonado ou não correspondido) ou apego evitativo (tendência a evitar intimidade pelo medo de se envolver).

Oito em dez afirmaram ter a experiência de achar que o celular está tocando, ou apitando, e depois ver que não estava. Mas os indivíduos com apego ansioso foram 18% mais propensos a descrever a situação. Segundo os pesquisadores, a ansiedade pelo toque do celular pode ter efeitos sobre a saúde, como estresse, dores de cabeça e distúrbios de sono.

Os resultados foram publicados na revista  Cyberspychology, Behaviour and Social Networking, e divulgados no jornal britânico Telegraph.


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